Ícone do Estoril e da graciosidade – Hotel Palácio Estoril

Ícone do Estoril e da graciosidade na hospitalidade, o Hotel Palácio Estoril, celebrando 90 anos de bom serviço, conta com um novo Chef, desde Janeiro de 2020 a fazer a “sua revolução” nas cozinhas desta unidade hoteleira de luxo, um raro exemplo nacional de como a tradição pode ser preservada e inspirar o presente abrindo caminho para o futuro.

Hugo Silva regressa à região que mais o inspira depois de 2 anos a chefiar a cozinha do Convento do Espinheiro em Évora e dum prestigiado percurso profissional:

“Trabalhei e tive o privilégio de ter como mestres o Chef Santi Santamari no restaurante Can Fabes Relais & Chateaux, com 3 Estrelas do Guia Michelin em Sant Celoni Barcelona e o Chef Marc Le Ouedec com quem ganhei uma estrela Michelin. Fiz também parte da equipa do Chef Vincent Farges no Hotel Fortaleza do Guincho e estagiei com Chefs como Antoine Westerman no Restaurante Buerehiesel Relais & Châteaux em Estrasburgo com 3 estrelas no Guia Michelin. Também com Carmen Ruscalleda no Restaurante San Pau em Espanha com 3 estrelas no Guia Michelin e no restaurante Hoffman com a Chef Mey Hoffman em Barcelona com uma estrela Michelin.”

O Chef do Hotel Palácio Estoril é o novo responsável pelo vasto universo gastronómico do Hotel – no Bougainvillea Terrace, no Grill Four Seasons, no Bar Estoril, no quotidiano dos hóspedes e nos inúmeros e diversos eventos. O que anuncia um tempo novo à mesa do Palácio, 90 anos depois da sua fundação.

Depois de viajar por Portugal e pela Europa, Hugo Silva afirma:

“Aprendi muito nos locais onde trabalhei e isso fez com que desse muito valor às minhas raízes. Aprendi, por exemplo, que a comida não tem de ser intelectual, mas sim emocional.” E, a propósito de raízes, o novo Chef do Palácio recorda: Desde sempre que me lembro de cozinhar e estar rodeado pelas mulheres da minha família a cozinhar e a aprender com elas. As minhas memórias olfactivas, as recordações dos sabores e aromas da minha infância e a herança gastronómica familiar sempre foram a base da minha cozinha. Quando terminei o liceu, muitos professores julgaram que iria seguir filosofia ou sociologia. Muitos acharam inédito e louco quando decidi seguir a paixão que tinha pela cozinha e formar-me nessa área. Tive apoio da família e de amigos próximos e desde então nunca mais larguei a cozinha.”

Num Hotel que conta tantas histórias e que tem vindo a acumular um singular património emocional desde 1930, este novo Chef não foge à matriz da casa que o acolhe e para a qual pretende contribuir também causando emoção. Questionado sobre como define a sua cozinha, Hugo Silva não hesita em responder:

“Para definir a minha cozinha eu uso sempre as palavras de um dos meus Chefs favoritos e com quem tive o privilégio de trabalhar (Chef Santi Santamaria): “Não cozinho para alimentar, mas sim para emocionar”.”