Fino como o papel e elegante como poucos

Fino como o papel e elegante como poucos, é a nova colecção da Swatch que fomos conhecer na quinta-feira. Linhas clássicas, com graciosos contrastes contemporâneos e materiais intemporais fundem-se com perfis elegantes e reflexos brilhantes.

Com apenas 5.8mm de espessura, a Swatch criou a primeira versão metálica da sua linha de relógios mais finos. A colecção Swatch SKIN Irony introduz oito novos modelos da marca, em aço meticulosamente escovado e polido, complementado por metais vintage, pele clássica e rugosa, bem como silicone macio.

Desde o SKINLINGOT, o relógio totalmente dourado, até ao atraente mas descontraído modelo SKINBRUSHED em preto e castanho, cada modelo emprega o elemento ondulado de assinatura das novas colecções SKIN.
“Com a nova colecção SKIN Irony, procurámos criar uma nova referência de estilo”, afirma Carlo Giordanetti, Diretor Criativo da Swatch. “A colecção representa uma nova geração de linguagem de design discreta, minimalista, mas sofisticada. Um sinónimo de estilo contemporâneo, um prazer sensual para os olhos e para o toque; uma maneira discreta mas que afirma admiravelmente o gosto próprio e a personalidade de cada pessoa”.

Em 1983, chegava ao mercado o “segundo relógio” que rompeu com os paradigmas da alta relojoaria. Uma peça inesperada, em plástico, com preços acessíveis e de fabrico suíço. Hoje conta com a presença em mais de 60 países e afirma-se como uma marca que cria relógios divertidos, coloridos e em sintonia com as tendências do estilo de vida.

Em 1984, pouco depois de surgirem os primeiros relógios Swatch, Kiki Picasso foi o primeiro artista a colaborar com a marca.

Em 2006 a marca já contava com a produção de 333 milhões de relógios Swatch, e atualmente reforça a sua posição como uma das maiores marcas do mundo.

A inovação passa pela versatilidade dos materiais – desde o plástico, aço inoxidável e alumínio, tecidos sintéticos, borracha e silicone – das cores, das texturas e das técnicas.